Mediunidade: uma reflexão a partir de Léon Denis
Mediunidade: uma reflexão a partir de Léon Denis
Quando comecei a estudar mediunidade, uma das obras que me chamou a atenção foi No Invisível, de Léon Denis.
Dentro da concepção espírita, a mediunidade não é apresentada como privilégio, espetáculo ou sinal de superioridade. Ao contrário, é compreendida como uma faculdade que exige estudo, responsabilidade e, sobretudo, equilíbrio.
Essa ideia sempre me pareceu importante.
Não vejo sentido em transformar aquilo que consideramos uma faculdade espiritual em motivo de vaidade. Se uma capacidade nos torna mais orgulhosos, intolerantes ou convencidos de que somos especiais, talvez estejamos esquecendo justamente aquilo que deveria ser mais importante: o que fazemos com ela.
Léon Denis dedica parte de sua obra às dificuldades enfrentadas pelos médiuns e chama a atenção para a responsabilidade moral relacionada à prática mediúnica.
É nesse ponto que a palavra educação me parece tão importante.
Para mim, estudar mediunidade não significa procurar fenômenos. Significa buscar compreensão, aprender a lidar com aquilo em que acredito e reconhecer também os meus próprios limites.
E há uma lembrança que sempre me acompanha.
Uma amiga, quando percebe minhas vacilações, costuma me dizer:
— Lembra para quem você trabalha. Para Jesus. E segue em frente sem medo.
Talvez seja uma frase simples. Para mim, porém, funciona como um chamado à responsabilidade.
Porque, se a mediunidade realmente pretende servir ao bem, não deveria nos fazer sentir maiores.
Deveria aumentar nossa disposição para servir.
Reflexão a partir da leitura de No Invisível, de Léon Denis.
O que cultivamos em nós
O que cultivamos em nós
Nem sempre conseguimos impedir que a raiva, a inveja, o rancor ou o desejo de revidar apareçam em nossos pensamentos.
Somos humanos.
Talvez nossa responsabilidade comece justamente depois que percebemos esses sentimentos.
Podemos alimentá-los, permitindo que ocupem cada vez mais espaço, ou podemos observá-los e perguntar: por que estou sentindo isso? O que posso fazer com esse sentimento sem ferir a mim ou ao outro?
Gosto de imaginar a mente como um terreno.
Nem sempre escolhemos todas as sementes que chegam até ele. Algumas são trazidas pelo vento, pelas circunstâncias e pelas experiências da vida.
Mas podemos escolher quais delas desejamos cultivar.
Para mim, é também nisso que consiste a reforma íntima: não negar aquilo que ainda existe em nós, mas reconhecê-lo e trabalhar para transformá-lo.
Orar ajuda. Vigiar também.
Mas vigiar, para mim, não significa viver procurando defeitos dentro de nós.
Significa prestar atenção.
Porque cuidar dos pensamentos, sentimentos e atitudes é um trabalho que ninguém pode fazer em nosso lugar.A vida reproduz o seu pensamento
Maledicência
Beija-flor
Construção da paz
Abstém-te de lastimar fracassos e dificuldades que já
passaram
e entrega-te à reconstrução da própria paz,
em bases de serviço e discernimento.
A vida é difícil eu bem sei
O MAIOR MANDAMENTO
O maior mandamento
Quando não reconhecemos a perfeição em nós, isso significa que ainda não aprendemos a reconhecer que somos criação divina. Deus nos fez espirito simples ignorantes, mas também nos fez sua imagem e semelhança nos criou para perfeição, mas o que é preciso para ser perfeito? Agir de acordo com as leis divinas que são perfeitas. Onde está escrita essa lei para podermos executá-la? Essa lei está impressa em toda obra divina em sua harmonia, e em nós está gravada na nossa consciência. Todavia temos que observar a natureza para aprender a identificar seus sinais e a entender seu ritmo seu fluxo, talvez observar para entender as leis divina seja o caminho para aprender a nós amarmos.
Texto Sonia Rocha 06/11/2017.
Um novo olhar para os obstáculos da vida
A vigilância preventiva em tempos de transição.
Como toda mudança promove uma reação em cadeia porque estamos todos conectados, Provocando distúrbios vibratórios, captados pelos seres sensíveis à percepção dessas energias emitidas por irmãos que resistem a mudanças e se mobilizam, numa reação defensiva, por não conhecer a sabedoria divina que governa todos os sistemas criados por Deus para o tratamento das almas enfermas, Agrupamentos se mobilizam na intenção de se fortalecer e manterem os poderes ilusoriamente adquiridos, manipulando mentes desavisadas.
Seguindo as orientações do mestre Jesus devemos vigiar e orar, nos manter vigilantes quanto aos pensamentos emitidos para manter uma conexão saudável.
Percebendo o assedio mental, reagir através da prece, refutar o pensamento, reagindo com pensamentos esclarecedores dirigindo, estes a fonte de assedio, Persistindo o assédio, cante, foque em outra coisas, procure ocupar a mente, com uma boa música, um bom livro, com assuntos edificantes, gestos de carinho, expresse afeto por um ente querido, faça exercícios físicos, dance, persistindo o assedio busque o passe, água fluidificada, medite, busque ajuda de um centro espirita, não sendo possível no momento, assista uma palestra espirita, nas mídias disponíveis.
Lembre-se cabe a você a escolha de suas conexões ! Você escolhe o canal que deseja sintonizar, faça escolhas saudáveis.








